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Quando
chegaste enfim, para te ver
Abriu-se
a noite em mágico luar;
E
para o som de teus passos conhecer
Pôs-se
o silêncio, em volta, a escutar...
Chegaste,
enfim! Milagre de endoidar!
Viu-se
nessa hora o que não pode ser:
Em
plena noite, a noite iluminar
E
as pedras do caminho florescer!
Beijando
a areia de oiro dos desertos
Procurara-te
em vão! Braços abertos,
Pés
nus, olhos a rir, a boca em flor!
E
há cem anos que eu era nova e linda!...
E
a minha boca morta grita ainda:
Por
que chegaste tarde, ó meu Amor?!...