\n'; document.write(barra); } } changePage();
Não
vês! Ergue-se a chama prisioneira
e
que aos poucos morria de abandono.
O
teu olhar pousou-se na roseira
e
a roseira floriu, perto do outono.
O
meu sonho de luz em cachoeira
não
tinha cor nem frêmito nem dono
-
que estava ainda no meio da ladeira
e
agonizava de vazio e sono.
Porém,
o sol rompeu no céu contente
e
o meu corpo cansado de poente,
amanheceu
numa alegria sã.
Não
vês!Beija-me a boca ardente e louca
e
dize-me depois se minha boca
não
tem um gosto nítido a manhã...
Maria Helena