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A manhã
era clara, refulgente.
Uma manhã
dourada. Tu passate.
Abriu
mais uma flor em cada haste.
Teve
mais brilho o sol, fez-se mais quente.
E eu inundei-me
dessa luz ardente.
Depois
não sei mais nada. Olhei... Olhaste...
E nunca
mais te vi... - Raro contraste ! -
A madrugada
transformou-se em poente.
Luz que
nasceu e apenas cintulou!
Deixou-me
triste assim que se apagou,
às
vezes fecho os olhos; vejo-a ainda...
E há
tanto sol dourando esses trigais!
Olhaste,
olhei, fugiste... Ai nunca mais,
nunca
mais tive outra manhã tão linda!
Virgínia Victorino