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Desmancha
os meus cabelos, como fazes
quando
estamos os dois calmos e em paz,
em
vazio colóquio - quando estamos
como
dois barcos quietos... junto ao cais...
Quando
deixamos para trás o mar,
mar
de impulsos, de sonhos e desejos,
quando
o teu corpo é um barco ao meu comando
sacudido
de ventos e de harpejos...
Já
vencemos, os dois, cantos e vagas,
na
aventura das horas dionisíacas,
deslumbrados
com os próprios temporais...
Desmancha
agora, amor, os meus cabelos,
como
fazes nas horas de bonança,
quando
somos dois barcos, junto ao cais...
J.G de Araújo Jorge