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Que
me leve consigo, adormecido,
Ao
passar pelo sítio mais sombrio...
Me
banhe e lave a alma lá no rio
Da
clara luz do seu olhar querido...
Eu
dava o meu orgulho de homem - dava
Minha
estéril ciência, sem receio,
E
em débil criancinha me tornava,
Descuidada,
feliz, dócil também,
Se
eu pudesse dormir sobre o teu seio,
Se
tu fosses, querida, a minha mãe!
Antero
de Quental
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