\n'; document.write(barra); } } changePage();
O
nosso amor morreu... Quem o diria?
Quem
o pensara mesmo ao ver-me tonta,
Ceguinha
de te ver, sem ver a conta
Do
tempo que passava, que fugia!
Bem
estava a sentir que ele morria...
E
outro clarão, ao longe, já desponta!
Um
engano que morre... e logo aponta
A
luz doutra miragem fugidia...
Eu
bem sei, meu Amor, que pra viver
São
precisos amores, pra morrer,
E
são precisos sonhos pra partir.
E
bem sei, meu Amor, que era preciso
Fazer
do amor que parte o claro riso
De
que outro amor impossível que há-de vir!